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Nepal – Trekking ao campo base do Everest

everest-08131Após mais de dois meses de planejamento e treinamento consegui realizar um antigo sonho: fazer um trekking na cordilheira do Himalaia e ter o privilégio de passar uma noite no campo base (5.350 msnm) da maior montanha do mundo: o Everest.
Este trekking, considerado o mais famoso e procurado do mundo, situa-se no Sagarmatha National Park, fundado em 1976. São milhares de pessoas durante todo o ano, sendo a maior concentração na primavera (a partir de abril) e outono (a partir de setembro).

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Confira a galeria de fotos dessa viagem

Além de cruzar e interagir com pessoas do mundo inteiro um dos diferenciais deste trekking é que ele passa por comunidades Sherpas onde as familias vivem da lavoura e mais recentemente do turismo. São inúmeros vilarejos incrustados nas montanhas ultrapassando os 4.000 metros de altitude.

Meu roteiro

Para garantir o sucesso da expedição escolhi a Grade 6 com quem já havia feito o cume do Aconcágua em 2009, e onde novamente o Rodrigo Raineri foi o nosso guia. Para a parte aérea e hotéis em Doha no Qatar utilizei os serviços da Idoil Tours. E tanto na parte terrestre como na aérea tudo funcionou conforme planejado.

Nosso grupo era formado por oito pessoas sendo: cinco para o trekking: Claudia, Cristiane, Francis, Paula e eu – três para o cume: Rodrigo, Carlos Canellas e Carlos Santalena. Como guia local tivemos o Ram Kaji e como carregadores Dawa, Rames, Madhab e Rai.

A aventura começa com a chegada à frenética Katmandu, capital do Nepal. O primeiro dia é reservado para um tour cultural e o merecido descanso do longo vôo (14 + 5 horas – com escala em Doha no Qatar). Veja abaixo todos os detalhes dia a dia desta incrível viagem.

1º dia –05/04/11 – Katmandu – Lukla – Phakding – 2610 msnm

everest-0004Logo de início temos uma das grandes emoções da expedição que é o vôo de 45 minutos em um bimotor de Katmandu à Lukla (2.840 msnm). A principal atração deste vôo é justamente a aterrissagem em Lukla onde a pista tem menos de 500m, é inclinada, começa num precipício e termina num paredão. Ou seja, tanto na aterrissagem quando na decolagem o piloto só tem uma chance.

Partimos para o nosso primeiro dia de trekking num dia ensolarado e com temperatura amena. Já de início pude perceber que haveria muito visual para ser apreciado e fotografado.

Uma das primeiras coisas que chamam a atenção é o volume e peso que os Sherpas transportam. Eles carregam de tudo nas costas, mochilas, carne, bebidas, galões, escadas, placas enormes de madeira. O mais interessante é a forma que carregam, pois embora a maior parte do peso esteja apoiada nas costas eles usam uma cinta na testa, o que transfere parte do peso para a coluna. Presenciei um deles carregando quatro galões de 15 litros o que dá no mínimo 60 kg – simplesmente incrível.

Nossa primeira parada foi em Phakding onde pudemos descansar o resto do dia. Vale lembrar que a distribuição das paradas e o número de horas de caminhada por dia têm que seguir uma regra para uma boa aclimatação. Para o sucesso da expedição e o bem estar do grupo a caminhada deve ser lenta. Para auxiliar na aclimatação, em alguns lugares fica-se dois dias e fazem-se incursões em picos mais altos voltando a dormir na mesma altitude da noite anterior.

2º dia – 06/04/11 – Phakding – Namche Bazar – 3.440 msnm

everest-00812Com um dia excelente a caminhada seguia pelos vilarejos com inúmeros lodges e restaurantes pelo caminho. Nestes dois primeiros dias cruza-se por várias pontes suspensas que foram recentemente refeitas. Hoje estão bem seguras e estáveis, mas ainda é possível ver os restos de algumas antigas que não inspiravam tanta confiança assim.

Outro ponto que chama atenção é o número de animais na trilha. Nos primeiros dias avistam-se mulas, cavalos e “bisaks”, que é um cruzamento do Yak com o boi. Nas altitudes mais elevadas avista-se apenas o Yak, que é muito mais forte e resistente ao frio. São muitas caravanas que cruzam as trilhas o tempo todo.

Em Monjo entramos no Sagarmatha National Park e recebemos a credencial de acesso. Um dos destaques deste trecho é o grande número de árvores floridas. Desde os comuns pessegueiros até o rododentro, uma árvore típica da região.

A caminhada do dia termina às 15h com a chegada à Namche Bazar, o maior e mais charmoso vilarejo do percurso. Há muitas lojas de souvenir, equipamentos (tem até uma filial da Mountain Hardware), padarias, pub, etc. Se você esqueceu qualquer coisa para a viagem, certamente encontrará em Namche.
O restante do dia foi utilizado para explorar o local, fazer ligações para a família, acessar internet e conhecer as lojas.

3º dia – 07/04/11 – Namche Bazar – 3.440 msnm

everest-0207Este dia é dedicado a aclimatação e o objetivo é fazer uma caminhada leve até Thamo, nos arredores de Namche. O passeio realmente foi bem leve e muito agradável com várias paradas e muitas fotos.

De volta a Namche, após almoço, a opção foi passear na cidade e apreciar o incrível número de trekkers fazendo o mesmo programa. No jantar conhecemos o Apa Sherpa, que detem o incrível recorde de ter feito o cume do Everest 20 vezes.

4º dia – 08/04/11 – Namche – Tengboche – 3.860 msnm

everest-0228As grandes atrações deste dia foram: avistar uma das montanhas mais lindas da região: o Ama Dablam (6.856 msnm) e a grande estrela do Himalaia: o Everest (8.850 msnm). Um fato interessante é que o Lhotse (8.516 msnm), por estar mais próximo, parece ser maior que o Everest.
O trajeto deste dia também é maravilhoso e a chegada ao Monastério de Tengboche se dá após uma longa subida de mais de uma hora. O local é extremamente tranqüilo e chegamos a tempo de assistir a uma cerimônia budista.

E assim mais um dia transcorria e sempre no final estávamos bastante exaustos. Era bastante reconfortante chegarmos ao lodge para tomarmos um chá quente e nos aquecer no centro da sala. Fato interessante é que nos primeiros lodges eles queimam madeira. Conforme se ganha altitude a madeira dá lugar ao estrume de yak, que embora queime mais rápido não deixa cheiro. 🙂

5º dia – 09/04/11 – Tengboche – Dingboche – 4.410 msnm

everest-0307A ordem do dia foi acordar cedo, às 6h, para assistir uma cerimônia budista. Também aproveitei para fotografar a bela paisagem que mudou completamente após a nevasca da madrugada.

Uma curiosidade que me chamou a atenção em praticamente todos os lodges é a utilização do forno solar. Trata-se de refletor no formato e tamanho de uma antena parabólica onde no centro de conversão dos raios solares é colocada uma panela com o alimento a ser cozido, normalmente batata. O refletor é movido manualmente para acompanhar o movimento do sol e até a hora do almoço as batatas estão cozidas.

Nossa caminhada começou por um belo bosque de caules avermelhados e durante boa parte dela caminha-se avistando o belo e imponente Ama Dablam (6.856 msnm).

Chegamos a Dingboche por volta das 15h e o lodge era bem confortável com banheiro para cada dois quartos e um bom banho por NPR 350 (~R$ 9).

6º dia – 10/04/11 – Dingboche – Nagarjam Peak – 5.000 msnm

everest-0361Este dia também é dedicado à aclimatação e o programa seria subir o Nagarjam peak (5.000 msnm). O objetivo seria não forçar muito e subir até onde o grupo conseguisse. Para nossa surpresa, o grupo estava muito bem e após cerca de 3 horas chegamos ao pico sob uma intensa nevasca. Se por um lado perdemos o visual fizemos muitas fotos do grupo na nevasca.

Após o almoço para descontrair fomos tomar um café numa padaria e encontramos um grupo de brasileiros. Ao sair descobrimos uma mesa de bilhar que nos rendeu uma boa diversão. A grande pergunta foi: como aquela mesa chegou ali? Vale lembrar que de Lukla pra frente tudo é transportado nas costas de um sherpa ou de um animal.

7º dia – 11/04/11 – Dingboche – Lobuche – 4.950 msnm

everest-0377A parte inicial desta trilha, pelo vale do Periche, é simplesmente maravilhosa. Não é tão íngreme e tem um visual incrível das montanhas ao redor. Algumas horas mais tarde ela fica bem íngreme passando pela moraina frontal do glaciar do Khumbu e pelos monumentos de pedra em homenagem aos mortos no Everest.

O glaciar do Khumbu é uma enorme massa de gelo e pedra que desce montanha abaixo na qual está situada o campo base do Everest que conheceremos nos próximos dias.

Neste trajeto também é possível avistar o acampamento base do Lobuche (6.135 msnm).

8º dia – 12/04/11 – Lobuche – Gorak Shep – 5.140 msnm

everest-0436Hoje seria um dia bem duro. Partimos antes das 7h, pois a decisão seria subir o Kala Patthar (5.550 msnm) no início da tarde. O plano original seria subir no final da tarde para ver o tom avermelhado do sol no Everest. Porém, como nos dias anteriores o tempo estava virando após o almoço e tivemos que mudar os planos. Chegamos a Gorak Shep às 9:30h e após um breve descanso partimos para o Kala Patthar.

Apos 2,5h horas de caminhada pesada chegamos ao cume. Estava bem frio e com muito vento, mas a vista certamente compensou o sacrifício: muitas montanhas, dentre elas o Everest, Lhotse, Nutpse e todo o glaciar do Khumbu.

A volta para o logdge foi às 14h e o restante do dia foi para descanso, piadas e jogo de dama.

9º dia – 13/04/11 – Gorak Shep – campo base do Everest – 5.350 msnm

everest-0550Hoje seria o ponto alto da viagem, pois iríamos ter a experiência de vivenciar um dia junto com as expedições no campo base. O trekking de cerca de 3h é inicialmente pela borda do glaciar do Khumbu e mais tarde dentro do próprio. Somente aí é que se dá conta de sua real dimensão. Outra surpresa para mim foi o tamanho do campo base. Cada expedição ocupa uma grande área ficando bem espalhadas e distante uma das outras.

Levando-se em consideração que tudo que ali está, chegou nas costas de um Sherpa ou um animal, a infra-estrutura e o conforto são excelentes. A barraca refeitório comporta muito bem 10 pessoas, com mesa, cadeiras e é bem isolada termicamente. A barraca cozinha fica ao lado e é muito bem equipada com panelas, chaleiras, garrafas térmicas, etc. Há banheiros masculino e feminino com acento e álcool para higiene das mãos. Existe ainda outra barraca para banho/escovar os dentes com água quente.

A barraca para os membros da expedição é a V25 da North Face, com isolante, colchonete e até iluminação (bateria). Ou seja, um luxo considerando que se está a 5.350 msnm e a 10 dias de caminhada até Lukla.

Após o saboroso almoço o Rodrigo nos levou para caminhar pelo glaciar até bem próximo do início da cascata de gelo.

Aproveitei a noite na barraca para fazer algumas fotos criativas.

10º dia – 14/04/11 – Campo base – Lobuche – 4.950 msnm

everest-0649A noite foi tranquila e a temperatura girou em torno de -10 ºC dentro da barraca. Para minha surpresa o dia amanheceu fechado e não consegui as belas fotos que estava esperando. Após o café fotografei os membros de outras expedições treinando escalada nas paredes de gelo.

Deste dia em diante teríamos uma mudança em nosso grupo, sendo que o Carlos Canellas e o Carlos Santalena seguiriam outro caminho e ritmo, pois ficariam no campo base para tentar o cume cerca de um mês depois. O Rodrigo ainda seguiria conosco até o Cho La pass, mas voltaria para também tentar o cume com eles.

Como o dia seria tranquilo aproveitamos a manhã no campo base e partimos para Lobuche apenas às 11h. A parada para almoço foi em Gorak Shep e a tarde tivemos uma nevasca para que o dia ficasse mais emocionante.

O restante do dia também foi de descanso e bate papo ao redor do aquecedor no lodge.

11º dia – 15/04/11 – Lobuche – Dzongla (4.843 msm)

everest-0675Este dia nos reservava uma caminhada bem tranquila e com altos visuais do Ama Dablam (6.856 msnm) e do vale do Periche. Antes de chegar ao lodge ficamos cerca de 30 minutos sentados curtindo o visual e a tranquilidade do local.

Chegamos cedo e na parte da tarde todos estavam sem coragem de sair no frio e a opção foi ficar jogando baralho e conversa fora a tarde toda.

Como já era sabido, este é um dos lodges mais simples de todo a expedição e com problemas de capacidade. Conseguimos apenas dois quartos e portando me candidatei para dormir na barraca. Esta opção rendeu boas fotos durante a bela noite de lua cheia.

12º dia – 16/04/11 – Dzongla – Gokyo (4.790 msnm)

everest-0767Este seria o dia mais duro com uma caminhada de cerca de nove horas passando pelo Cho La pass, uma passagem de um vale para outro através de um glaciar. Despertamos às 4h e iniciamos o trekking às 5:15h com o dia amanhacendo e ainda bem frio. Com o passar do tempo o sol surgia entre as montanhas dando um tom amarelado aos picos.

Por volta das 7:30h chegamos ao glaciar e tiramos muitas fotos com o grupo. No final do glaciar nos despedimos do Rodrigo que retornou para o campo base para a continuação da aclimatação para o cume.

Deste ponto em diante teriamos a liderança do Ram Kaji e deixando o gelo para trás tínhamos ainda um longo caminho por pedras até Gokyo. Após uma longa descida entramos no glaciar Ngozumba. Novamente fiquei surpreso com o tamanho deste glaciar com seus enormes blocos de gelo. Caminhamos muito tempo dentro dele até que subimos sua parede lateral para finalmente avistar o nosso destino: Gokyo resort.

Chegamos por volta das 16h bastante cansados do longo dia. Por sorte o lodge era bem confortável e com uma bela vista para o lago Dudh Pokari.

13º dia – 17/04/11 – Gokyo Ri (5.357 msnm)

everest-0811O motivo para subir o cume do Gokyo Ri não tinha mais objetivo de ajudar na aclimatação, mas sim de nos proporcionar uma das mais belas vistas de todo o trekking.

O dia estava maravilhoso e partimos bem cedo para garantir a vista antes de uma possível mudança no tempo. Apesar da caminhada de 2,5 horas ser bem dura a vista compensa o esforço. Lá de cima tem-se uma vista panorâmica de muitas montanhas, sendo as principais: Cho Oyu (8.201 msnm), Everest (8.850 msnm), Lothse (8.516 msnm), Nuptse (7.861 msnm) e Makalu (8.462 msnm).

De lá é possível avistar toda a extensão do glaciar Ngozumba e dos três lagos: Longponga, Taujung Tsho e Dudh Pokari que fica defronte ao lodge.

Ficamos no cume por mais de duas horas fotografando ou simplesmente sentados e contemplando o maravilhoso visual.

Na parte da tarde dediquei um tempo para explorar o entorno do lodge e fotografar o lago, que apesar de já ser primavera ainda estava 90% congelado. Inclusive arrisquei algumas fotos andando sobre o gelo.

14º dia – 18/04/11 – Gokyo – Dhole (4.110 msnm)

everest-0846Para nossa surpresa o dia amanheceu com uma grossa camada de neve e antes do café sai em busca de boas imagens. Outra surpresa ainda seria a beleza do trajeto até Dhole passando pelos outros dois lagos e a trilha que seguia serpenteando pelas grandes montanhas.

Logo após o almoço o tempo fechou completamente e uma forte nevasca nos acompanhou até Dhole. Neste lodge, tivemos o privilégio de sermos os únicos hóspedes. Como o clima muda constantemente nas montanhas no final da tarde o sol voltou a brilhar e fomos até um mirante contemplar o pôr-do-sol. Incrível que após uma nevasca consegui ficar sem camisa curtindo um final de tarde muito agradável.

Para completar o dia tivemos noite de lua cheia e consegui belas fotos das montanhas com céu estrelado.

15º dia – 19/04/11 – Dhole – Namche Bazar – 3.440 msnm

everest-0975Hoje o clima literalmente nos enganou. Amanheceu um belo dia de sol e decidi usar roupas mais leves. Mas após cerca de uma hora o tempo fechou completamente e a temperatura despencou e acabei passando frio. Fica aí a dica não subestime o clima na montanha.

A trilha seguia às margens de um rio e com um belo visual das motanhas encobertas pela névoa. Uma delas é justamente onde está o Monastério de Tengboche, que conhecemos no quarto dia. Incrível saber que subimos tudo aquilo para chegar lá.

Um ponto que ninguém esperava foi uma longa e pesada subida de mais de uma hora. A chegada em Namche foi por volta das 12h e após o merecido banho e almoço fomos novamente aproveitar as opções: ligar para a família, acessar internet e tomar um café expresso com bolo.

No jantar tomamos um bom vinho francês para comemorar o sucesso de nossa expedição.

16º dia – 20/04/11 – Namche Bazar – 3.440 msnm

everest-0984Hoje literalmente foi o dia da preguiça. Com um dia de folga no programa, decidimos curti-lo em Namche sem ter nenhuma agenda. Eu decidi caminhar pelas vielas fotografando as pessoas e as particularidades do vilarejo. Aproveitei para conhecer o centro de visitantes e o monastério.

Na parte da tarde fomos todos andar pelas vielas, fazer as últimas compras e novamente tomar café com bolo.

A noite fomos ao Irish pub jogar sinuca para passar o tempo.

17º dia – 21/04/11 – Namche Bazar – Lukla – 2.840 msnm

everest-1103Este dia fecharia com chave de ouro o nosso trekking pelo Himalaia. O dia estava ensolarado e com temperatura agradável. No caminho havia muita gente subindo mostrando que a alta temporada havia começado. Novamente passamos nas pontes suspensas e para nossa surpresa havia muito mais verde nas plantações. O almoço foi em Phakding ao ar livre e com o sol muito agradável.

Chegamos a Lukla às 15:30h e após um bom banho fomos para o aeroporto fotografar e filmar as decolagens e aterrisagens. No final da tarde fomos aproveitar umas das vantagens que a globalização pode trazer: tomar café num Starbucks.

No dia seguinte pegamos um dos primeiros voos para Katmandu.

Conclusão

Posso dizer que esta viagem foi maravilhosa e cumprimos todo o programa graças ao bom tempo e a integração do grupo. Como o próprio Rodrigo disse além do preparo físico o bom humor e integração do grupo é fundamental para o sucesso da expedição.

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Confira o audiovisual dessa viagem


Veja também os atrativos de Katmandu

Dicas

• Um dos principais pontos que pode estragar sua viagem é a falta de higiene no Nepal. Portanto, tome muito cuidado com o que come e bebe. Água deve ser mineral ou tratada com Clorin ou Hidrosteril. Não coma nada cru ou lavado em água não tratada.
• A caminhada deve ser realmente lenta e seguir o programa. Não adianta querer ganhar tempo neste momento.
• Hidratação e boa alimentação são fundamentais. Deve-se beber de dois a três litros de água por dia.
• Ao cruzar com caravanas de animais na trilha fique sempre do lado do barranco para evitar um esbarrão e uma possível queda.
• Apesar da alimentação ser boa nos lodges após alguns dias podem parecer monótonas. Leve alimentos que goste como chocolates, doces, bolachas, etc. Há também uma grande variedade a venda na trilha.
• Bastões de caminhadas ajudam muito.

Serviços

Grade 6
Av. Almeida Garret, 1687
Parque Taquaral
Campinas – SP
19-3241-9709

Idoil Tours
Av. Maria Coelho Aguiar, 215 – bloco G – loja 22
Centro Empresarial de São Paulo
São Paulo – SP
Fone (11) 3741-1820

Leia os 12 Comentarios sobre esta viagem

Lourdes disse:
20/05/2011

Oi Adilson,
Mais uma vez PARABÉNS, voce realmente faz o que nós outros sonhamos. Fiquei encantada, com as paisagens, as extravagancias das pessoas o lado simples do quem vive em um dos lugares mais lindo do mundo.
Até breve,
Lurdinha

ecofotos disse:
22/05/2011

Oi Lourdinha
Valeu pela visita e pela mensagem. Realmente esse lugar é magnífico. Mais algumas semanas e publico a parte de Katmandu e também Doha no Catar. Todos esses lugare são muito diferentes daquilo que nós ocidentais estamos acostumados.
Beijão

Carlos E.Santalena disse:
23/05/2011

Adilson,
Parabéns pelo seu relato e pela fidelidade em nossos dias no Nepal.
Fico contente de ter participado de mais esta aventura sua.
As fotos do Gokio-Ri e da Viagem estão bem legais.
” Fica assim então ”
Um grande abraço,

Osvaldo disse:
25/05/2011

Rapaz: você sabe como deixar os outros com um desejo enorme de estar lá também!

Parabéns pela viagem e pelas fotos (mas eu quero ver mais 🙂 ).

Um forte abraço.

ecofotos disse:
28/05/2011

Olá Osvaldo
Muito obrigado pela visita e pela mensagem. Fique tranquilo, na próxima oportunidade conto a viagem em detalhes.
Grande abraço

ecofotos disse:
28/05/2011

Grande Carlos
Pôxa, valeu pela visita e pela mensagem. Realmente foi um grande prazer podermos viajar juntos e espero que novas venham. Bem, fica assim então – nos vemos no encontro 🙂
Grande abraço

Cris disse:
03/06/2011

Adorei Adilson!!! Parabéns!!! Agora tá na hora de confirmarmos este encontro, né?! Bjs, Cris.

ecofotos disse:
07/06/2011

Olá Cris
Valeu pela visita e mensagem. Bem, agora já está fechado – dia 16/06 encontro do grupo no Copa.
Abs

Vera Lúcia de Oliveira e Silva disse:
09/11/2011

Prezado Adilson Moralez:

Retornei do Nepal no dia 20 de Outubro e escrevi um artigo para ser publicado na revista do Conselho Regional de Medicina do Paraná. Posso indicar a visitação ao seu site, para que os leitores interessados possam ver os belíssimos audiovisuais que você postou?
Parabéns!
Vera

ecofotos disse:
15/11/2011

Olá Vera
Com certeza, será um prazer. Muito obrigado pela visita e pela indicação.
Abs

Fabio Grotti disse:
27/12/2013

Caro Adilson,
Mais uma vez solicito seus préstimos.
1) Vc acha válido levar thermarest, mesmo dormindo em lodges?
2)Precisa de polaina e goggle? A partir de quando usa casado de pluma?
3) Eu sei que não é uma viagem a Miami, mas o que vc achou interessante comprar em Katmandu e no trekking EBC?
4) Teve problemas de estomago? Quais precauções?
5)Alguma foto imperdível?
Nos falamos,se possível, no começo de 2014.
Feliz Ano Novo
Fábio Grotti

Admin disse:
10/01/2014

Oi Fabio, feliz 2014. Seguem as respostas
1) Eu não levei e não fez falta. Todos os lodges que ficamos tinham um colchão razoável;
2) Também não levei e não fez falta. A maior parte do tempo dá pra caminhar com tênis ou uma bota de trekking. Na época que fui cruzamos alguns pontos de gelo no restante é trekking em trilha. O casaco de pluma eu usei apartir de Nanche Bazar, mas mais por conforto que necessidade.
3) Dá pra comprar muita coisa em Katmandu. Tem algumas boas lojas de montanhismos (North Face) e preços muito boms. Também tem muita loja com artigos paralelos e é bom ficar esperto. Mas a diferença é visível. Eu comprei meu saco e casaco de pluma lá. Em Nanche tb tem boas lojas (Mountain Hardware, por exemplo).
4) Graças á Deus não tive nada. A maior dica em Kathmandu é só beber água mineral e não comer nada cru. A higiêne realmente é precária. No trekking o Rodrigo da Grade tinha um filtro de carvão ativado.
5) Bem, as fotos mais legais são do próprio Everest que são feitas de dois lugares basicamente: Kala Patthar (5.550 msnm) em Gorak Shep e GOKYO RI (5.357 MSNM)

Qdo puder me ligue para marcarmos o bate papo.
Abs

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